Calendarização (em construção)

Mais importante que desenhar é afiar o lápis reúne um conjunto diverso e singular de colaborações: António Poppe e Joana Fervença, Eglantina Monteiro, Laetitia Morais, Liliana Coutinho, Margarida Mendes, Marta Wengorovius, Nicolau da Costa, Paulo David, Pedro A. H. Paixão, Rui Horta Pereira, Rui Moreira, Sara Bichão e Manon Harrois, SKREI, Tânia Nunes, Tomás Cunha Ferreira, entre outros a anunciar.
Vindos de campos disciplinares diversos, com preocupações próprias, o desenho é a linguagem que une todos estes universos autorais.
A preocupação central foi construir um seminário contínuo e colectivo e, como tal, constituir um grupo de pessoas com preocupações estéticas e éticas coincidentes por forma a que o projecto pudesse aliar solidez conceptual e rigor educativo. 
De um modo geral, são autores que se dedicam a projectos de investigação longos e persistentes, em que as preocupações estão, frequentemente, aliadas a questões ambientais, educativas ou de reparação do mundo. Demos como exemplo os trabalhos de Nicolau da Costa — que coloniza enxames de abelhas autóctones em desaparecimento da Costa Vicentina para os fortalecer e devolver ao território — e de Paulo David — que coordenou uma equipa multidisciplinar, o Gabinete da Cidade do Funchal, que redesenha o plano de reabilitação urbana do Funchal. 
Em complementaridade, ocorrerão seis conferências-leituras desenvolvidas em torno de questões ligadas à consciência ecológica, em áreas tão diversas como o pensamento ameríndio (Eglantina Monteiro e Liliana Coutinho), a arquitectura (Paulo David), o mundo das abelhas (Nicolau da Costa), as energias alternativas (Margarida Mendes), o desenho como prática ecológica (Nuno Faria).

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