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COALESCER, NO ESPAÇO DO CORPO EM PENSAMENTO
Seminário contínuo e colectivo de desenho, dança e filosofia
Concepção: Ana Mira
PORTA33 - Fevereiro 2020 - Setembro 2021
  • ANA MIRA — 4 | 5 | 8 Fevereiro 2020

    O laboratório de dança e filosofia consiste numa série de práticas incorporadas, onde se conjugam o estudo de excertos do pensamento filosófico de Gilles Deleuze e a pesquisa de movimento, a improvisação, a composição coreográfica, assim como o desenho como partitura do espaço do corpo em pensamento e esquema dos seus limites.

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  • CLARA BEVILAQUA E MARIANA LEMOS — 3 a 7 de Novembro 2020

    É um grupo de artistas transdisciplinar que cria e acompanha espetáculos, formações e projetos artísticos de proximidade. Com uma produção e criação que privilegia o encontro intergeracional, tecemos relações de forma contínua, nutrindo espaços afetivos de atravessamentos artísticos. Desde 2017, atuamos no surgimento de redes de cooperação e fortalecemos ligações entre as pessoas que conhecemos, as comunidades que vamos encontrando e as instituições que se tornam nossas parceiras. Motivados pela filosofia desenvolvida no c.e.m - centro em movimento, este coletivo segue lado-a-lado, acreditando que através da arte é possível produzir conhecimento e partilhá-lo.

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  • MAIO 2020 — JOSÉ GIL e ANA GODINHO

    José Gil: Na sua carreira académica foi professor de Estética, Filosofia da Arte, Filosofia Moderna e Contemporânea na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – Universidade Nova de Lisboa, entre outras instituições académicas e artísticas, a nível internacional; Ana Godinho: Investigadora no Instituto de Filosofia da Nova, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – Universidade Nova de Lisboa. Completou o seu Doutoramento com a dissertação “Ontologia e estética em Gilles Deleuze.

     

     

  • JULHO 2020 — DORA VICENTE

    Estudou ballet pela Royal Academy of Dance na Escola Norma Croner, fez formação em práticas do corpo e dança contemporânea no C.E.M. e o Curso de Dança na Comunidade no Fórum Dança. Licenciou-se em Pintura na Faculdade de Belas Artes – Universidade de Lisboa e completou a Pós-graduação em Psicopedagogia Perceptiva (Método Danis Bois). Tem vindo a desenvolver trabalho criativo, com diversas faixas etárias, no contexto escolar, de museu e de intervenção artística e social. Como performer destaca a sua colaboração com Cláudia Dias, Manuel André Silva, Pedro Paz. Em 2016/17 desenvolveu o Projecto TransHumâncias – BIP/ZIP, de sua autoria, com a comunidade de Marvila [financiador pela C.M.L.]. Actualmente é professora de ballet e dança contemporânea, dá aulas de movimento a crianças com necessidades especiais e de fasciaterapia/movimento orgânico a adultos.

     

     

  • NOVEMBRO 2020 — JOANA PUPO

    Mestre em Teatro – especialização em Movimento, pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, IPL. Licenciada em Filosofia pela F.C.S.H./Universidade Nova de Lisboa. Formada em Teatro no Estúdio Nancy-Tuñon, Barcelona e no Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra. Tem um percurso como actriz, criadora e investigadora do movimento, aplicado às artes cénicas, à encenação e à pedagogia. Atualmente, tem em circulação a peça CORPO-MAPA-LIVRO, com a coreógrafa Marina Nabais, com quem também criou o solo NA AUSÊNCIA DO MEU CORPO.

     

     

  • MARÇO 2021 — RITA PEDRO

    Doutoranda em Filosofia pela Universidade de Paris VIII, concluiu o mestrado em 2015 sobre o conceito de Infância na Universidade Nova de Lisboa. Desde 1999 coordena e desenvolve projectos de Filosofia com Crianças (FcC) e trabalha nessa área como pesquisadora, formadora, professora e animadora. Desde 2006, coordena e dinamiza projectos de FcC em contexto de migração e interculturalidade, nomeadamente o projecto Pensar e Agir na Diferença na Associação Moinho da Juventude situada no Bairro Cova da Moura (2006- 2009). Desde 2012, trabalha em parceria com vários artistas, atores e bailarinos, na cocriação de experiencias artístico-filosóficas e espectáculos para crianças. Autora da conversa-espectáculo “Why some people don´ t like black and others don t like white?”, sobre racismo em cocriação com um grupo de crianças, no Festival TODOS de 2018.

     

     

  • MAIO 2021 — MARIA FILOMENA MOLDER

    Professora Catedrática em Filosofia/Estética pela Universidade Nova de Lisboa. Investigadora do Instituto de Filosofia da Linguagem da Universidade Nova de Lisboa/ IFILNOVA. Fez o Doutoramento em 1992 sobre O Pensamento Morfológico de Goethe. Membro do Conseil Scientifique do Collège International de Philosophie entre 2003 e 2009. Desde 1978 escreve sobre problemas de estética, enquanto problemas de conhecimento e de linguagem, para revistas de filosofia e de literatura, entre outras, Filosofia e Epistemologia, Prelo, Análise, Revista Ler, Sub-Rosa, A Phala, Internationale Zeitschrift für Philosophie, Philosophica, Dedalus, Rue Descartes, La Part de l’Oeil, Cadernos Nietzsche, Lettre International, Electra. Desde 1984 escreve para catálogos e outras publicações sobre arte e artistas, portugueses e estrangeiros.

     

     

  • MAIO 2021 — SOFIA NEUPARTH

    Tem um percurso singular no seio da Arte Contemporânea em Portugal. No final dos anos 80 deu forma a um espaço de investigação artística que sustenta as práticas nos estudos do Corpo, do Movimento e do Comum: o c.e.m – centro em movimento. É o entendimento que tem do Corpo como acontecimento em relação que determina todo a sua acção, quer a nível do trabalho de formação que desenvolve, à programação da estrutura profissional que cocriou e dirige quer no que diz respeito à intervenção crítica que realiza ou às criações que apresenta.

     

     

  • JULHO 2021 — TOMÁS CUNHA FERREIRA

    O seu trabalho combina vários suportes, numa prática em circuito aberto e trans-fronteiriça – cada trabalho assume-se como protótipo que pode tomar diversas formas, funcionando como possível partitura, notação, poema visual, emblema, padrão, pintura, leitura, etc. Nessa medida, cada trabalho resulta numa figura híbrida condensada, cuja leitura está em constante transição entre elementos visuais e elementos rítmicos ou sonoros.

     

     

  • SETEMBRO 2021 — EMILIA P. ALMEIDA

    Licenciada em Estudos Portugueses e mestre em Filosofia pela FCSH-UNL. Tendo beneficiado de uma bolsa da FCT, actualmente finaliza o doutoramento em História da Arte (Teoria da Arte), na mesma instituição. Publicou ensaios, dispersos, sobre literatura e prefaciou os catálogos de algumas exposições. Na investigação que tem levado a cabo privilegia sobretudo a relação entre as artes e a articulação entre palavra e imagem.

     

     

  • SETEMBRO 2021 — MANUEL RODRIGUES

    Licenciou-se em Filosofia, em 1984, pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, onde depois completou uma Pós-Graduação (1993) e um Mestrado em Filosofia Contemporânea (1996) com a tese «Sophia momentanea- Criação e Liberdade na filosofia de Vladimir Jankélévitch», sob a orientação de M. J. do Carmo Ferreira e de Joaquim Cerqueira Gonçalves. Após ter lecionado Filosofia, Psicologia e Sociologia no Ensino Secundário, entre 1986 e 1992, foi regente de várias disciplinas na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, em Torres Vedras e em Lisboa, até 2002. Desde finais dos anos 80 faz tutoria e acompanhamento crítico de artistas de diversas áreas de intervenção. Em 1998 funda a Akademia Lusho-Galaktica com Edgar Pêra, com quem tem colaborado (argumento e/ou edição crítica), desde 1997 — nomeadamente em filmes como 25 de Abril, uma aventura para a democracia (2000), A Janela [maryalva mix] (2001), És a nossa fé (2oo4), e, mais recentemente, O Homem-Pikante (Festival IndieLisboa de 2018). Foi, em 2003, membro fundador do Centro de Filosofia da Ciência da Universidade de Lisboa; colabora assiduamente com a Associação-galeriaArtadentro, de Faro, de que é sócio desde a sua fundação, em 2002. Foi ainda regente de Estética, com o curso anual Imagem e Semelhança / et in Arcadia Ego, no Ar.Co (Centro de Arte e Comunicação Visual), entre 1993 a 2018. Actualmente, dedica-se sobretudo ao trabalho poético, tendo editado Odeceleste (& etc.), em 2003, Múrice e Colares (edições de autor), em 2015, e Anastática - para Alberto Pimenta (Abysmo), em 2019.